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Mostrando postagens de agosto, 2023

cantiga folclórica.

 Roda Sergipana Kaiane Rezende Barros Loury Ketony da Cunha Santos Chega, chega entra na roda que lá vamos começar Chama, chama os Cacumbis Chama, chama as Taieiras Seu João entra na roda Tocando seu Maracá Com muita alegria  Vamos todos dançar Chega, chega entra na roda que lá vamos começar Chama, chama os Caboclinhos Chama, chama os Sarandaias Seu Pedro entra na roda  Tocando seu Zabumba Com muita alegria Vamos todos girar Chega, chega entra na roda que lá vamos encerrar Chama, chama os Cangaceiros Chama, chama os Pisa-Pólvoras Todos entram na roda  Jogando e batendo palmas Vamos todos encerrar

inspiração + quadro

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 Minha foto inspiração está muito ligada a viagens, pois é uma coisa que amo fazer quando tenho tempo. Viajar pra mim é desconectar com a minha rotina, é ligar um botão que é capaz de de adquirir novas experiências, por fim, é viver para ter o que lembrar.

Poema e trem

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  Logo cedo escuto um trrrim-trrrim, sem parar Quando vejo é o celular avisando que é hora de acordar. Assim,   penso que é hora de trabalhar. Vruuuuum, vruuum, é o barulho que a moto faz até chegar lá No caminho da estrada é possível ver uma manhã ensolarada Que vem para alegrar o recreio da criançada.

Artista local + produção de brinquedos da cultura indígena.

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  Quem cria?     Alzira Alves Santos é uma das mais antigas artesãs em atividade nessa prática em Divina Pastora e no estado de Sergipe. Começou por volta dos 10 anos, época em que as crianças eram levadas para a roça para ajudar os pais no plantio de cana e milho. A vontade em “escapar” desse destino, fez com que o pai lhe oferecesse duas opções: ir para a roça ou aprender renda com as tias. As mãos que criam, criam o que? Uma renda vinda do continente europeu que chegou no século passado em terras sergipanas e é hoje um bem tombado que faz parte da realidade emocional da gente dessa terra. Um ofício vinculado originalmente à aristocracia e mais tarde efetivado por mulheres humildes que reinventaram a técnica, o uso e o sentido deste saber-fazer costurado com lacê, linha, agulha e paciência. Uma arte minuciosa, cautelosa, feita com rigor e exatidão em incontáveis pontos vindos do cotidiano das rendeiras: pé-de-galinha, dente-de-jegue, escama-de-peixe, aranha, boca-d...